A VIDA ETERNA É CONHECER AO PAI DE JESUS CRISTO COMO O ÚNICO DEUS VERDADEIRO E A JESUS, O FILHO DE DEUS, COMO O SEU CRISTO, SEU ENVIADO A NOSSO FAVOR. CONHECER, NESTE CASO, NÃO SIGNIFICA ADQUIRIR CONHECIMENTO MENTAL, MAS É O MESMO VERBO USADO PARA COABITAR, OU SEJA, CONHECER INTIMAMENTE. E, QUANDO BUSCAMOS CONHECÊ-LO INTIMAMENTE, ELE MANIFESTA SUA GLÓRIA. QUE ISSO COMECE EM NÓS E INVADA A TERRA! AMÉM.

Para organizar seus estudos...

... selecione um marcador e persiga os textos postados, a começar pelos mais antigos. Procuramos manter os estudos "linkados" entre si, para um acesso mais fácil e com continuidade.


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A PARÁBOLA DA RELIGIÃO E DO EVANGELHO - PARTE 2

Lucas 18:9-14 “E disse, também, esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, a orar; um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças Te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.”

Jesus dirige essa parábola a pessoas que confiam em si mesmas,  acham-se justas e desprezam os outros. Confiar em si mesmo é típico da atitude religiosa. Esforçamos-nos para praticar rituais religiosos, passando a fazê-los com diligência; achamos que somos, entendemos e fazemos.

(Leia, antes, a parte 1)

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Outra característica dos ouvintes é o desprezo. Desprezar as pessoas é considerá-las indignas da sua presença, ajuda, conversa, ou seja lá o que for. Os mesmos que confiavam em si e se achavam justos, são os mesmos que achavam que os outros não eram dignos da sua presença. Ser soberbo em si, leva-nos a desprezar pessoas. Quando eu desprezo alguém, seja de alguma forma ou de outra, estou dizendo, mesmo que sem palavras, que esse alguém não merece nada que vem de mim. Quando rejeito anunciar as boas novas para alguém, é porque acho que esse não é digno do Evangelho. 

Mas, espera aí! Eu recebi o Evangelho, então, sou mais digno que esse alguém? Não! Eu recebi o Evangelho, logo isso significa, que todos os tipos de gente, pecador de boa aparência ou de má aparência, são dignos de recebê-lo, também. Enquanto a religião nos ensina que há bons e maus, o Evangelho nos mostra que todos são pecadores, a diferença é que alguns tem boa aparência – judeus – e outros má aparência – gentios - (Rm 3:9; Rm 3:23).

O que mais tenho visto é a religião alienar pessoas! Crianças que nascem dentro de um vínculo evangélico, crescem e só se relacionam e tem amigos crentes. A alienação não é santificação, é aprisionamento! A alienação é o desprezo por outras pessoas que não pensam igual aos “evangélicos”. Enquanto a religião nos ensina a alienação “santa”, o evangelho nos mostra que somos luz no mundo e por isso devemos estar no mundo, mas vivendo de acordo com o Senhor e não com o mundo. Fugir de relacionamentos não é santificação! Procurar se relacionar com todo tipo de pessoa é a estratégia mais eficaz de evangelismo, pois no relacionamento podemos com nossa vida transmitir a Cristo.

Continua na parte 3!

Pedrinho Medeiros
Presidente Prudente/SP

1 comentários:

THAÍS... disse...

Assino em baixo.
É exatamente tudo o que está no meu coração.

Thaís

Blogger Anderson Arthur (Cotoxão) disse...


Issso! Vou viver, e vou abençoar! Com a vida q foi colocada em mim! Que Deus me ajudee!!! Simplesmente lindo!

21 de Outubro de 2009 07:53

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

EM ESPÍRITO E EM VERDADE

Estávamos pensando em Jesus como Água Viva. Pensando na vida de Deus como um Rio. E, pensando nisso, lembramo-nos de um episódio em que Jesus se apresenta como Água Viva a uma mulher, na beira de um poço. Este episódio, conhecido de todos, encontra-se descrito no capítulo 4 do Evangelho de João.




Jesus estava andando com Seus discípulos, quando passou por um lugar, chamado Samaria. O horário de comer havia passado, já que o Senhor priorizava fazer a vontade do Pai e relacionar-Se com as pessoas, curando-as, libertando-as, ensinando.  Quando Seus discípulos se ausentaram para comprar comida, estando só, Jesus aproximou-se de uma mulher que estava retirando água do poço, ao meio-dia. Esta mulher era samaritana. 

Entre ela e Jesus havia alguns pontos de separação: o fato de serem um homem e uma mulher e, principalmente, de serem judeu e samaritana, já que estes povos mantinham uma grande antipatia entre si, desde a divisão do Reino de Israel, quando as tribos que ficaram separadas de Judá optaram por escolher outro local de culto, para substituir Jerusalém, que o Pai indicara, mas estava no território da tribo de Judá. Samaria foi escolhida e, mesmo que o Reino de Israel já houvesse deixado de existir por causa de sua infidelidade a Deus, os samaritanos ainda criam que na Samaria é que se devia adorar a Deus. Por razões como estas, a antipatia e o preconceito eram grandes e mútuos, entre judeus e samaritanos.

Mas Jesus passou, como sempre, por cima de todos os preconceitos e enxergou aquela mulher, para quem pediu água. É claro que a mulher se surpreendeu e questionou quanto àqueles preconceitos e, até mesmo, os discípulos, ao regressarem, estranharam a atitude do Mestre, que deixava de comer para conversar com uma mulher samaritana. O Senhor, no entanto, não Se preocupou com os preconceitos  e devemos ser gratos a Ele por isso, porque daquela conversa podemos apreender verdades preciosas.

A mulher, por exemplo, perguntou ao Senhor quanto ao lugar onde Deus devia ser adorado, já esperando que Sua resposta fosse "Jerusalém", mas, com certeza, desejando que fosse "Samaria". Jesus, no entanto, respondeu que nem em um nem em outro lugar, mas que o Pai esperava ser adorado em espírito e em verdade, revelando a base da adoração que dá prazer ao Pai. Hoje, já não temos que adorar a Deus nem em Jerusalém, nem em Samaria, nem em Roma, nem em algum lugar específico, mas o local de adoração está em qualquer lugar onde esteja um filho de Deus, pois cada filho de Deus, hoje é templo de Deus e, ali, em seu espírito, é que o Pai deseja ser adorado. Dentro de cada filho.

É isso que o Pai espera de cada um de nós e foi isso que o Senhor Jesus disse àquela mulher. E isto, para ela, foi, com certeza, algo surpreendente, já que não fazia parte das suas crenças. Houve um momento naquela conversa em que Jesus se apresentou para a mulher como a Água Viva e disse que, se ela soubesse quem Ele era, pediria a Ele que lhe desse água. Mais uma revelação surpreendente para a mulher, que, no entanto, não a fez recuar. Ao contrário, recebendo em seu espírito aquela verdade, ela desejou ter sempre dAquela água viva. Diante de ensinamentos interessantes, mais incompatíveis com aquilo em que ela acreditava, a mulher podia ter saído dali com seu balde. Mas, ela ficou e molhou os pés na Água Viva, que havia Se interessado em conversar com ela! Graças a Deus!Que possamos nos desarmar e conhecer a verdade de Deus, como aquela mulher, independente dos paradigmas e fortalezas mentais que nos tenham sido ensinados ou impostos, ao longo de nossas vidas. Que a Verdade do Evangelho prevaleça em cada um dos filhos de Deus! Que tenhamos sede de Jesus, nossa Justiça, e sejamos saciados por Ele! Seja assim.

Quando Jesus pediu à mulher que chamasse seu marido, num momento anterior conversa, ela foi sincera e respondeu que não tinha marido. Muitos ensinam que aquela mulher seria uma prostituta, devido ao fato de estar buscando água no poço ao meio-dia, enquanto todos o faziam pela manhã, para evitar o sol forte. Isso pode ser uma injustiça com ela, já que não como comprovar que fosse uma prostituta. No entanto, havia mesmo uma rejeição quanto ao seu modo de vida na sociedade em que vivia, que a fazia esconder-se. O mais provável é que ela estivesse amasiada pela quinta vez. O fato é que Jesus reconheceu que ela havia dito a verdade, pois, de fato, já tivera cinco companheiros, mas nem o último era dela. A samaritana não tentou esconder esta verdade, mas admitiu que não tinha marido. E, diante da resposta de Jesus, que foi além do ela havia dito, entendeu que o Senhor era um profeta, percebeu que havia nEle algo diferente. Seus próprios compatriotas evitavam conviver com ela,  mas Jesus mostrava que a conhecia, sabia muito sobre ela, mas, ainda assim, quis conversar com ela.

A partir da exposição da verdade do seu coração, provocada por Jesus, a mulher samaritana pode entender que Jesus a conhecia e, mesmo assim, entregava-lhe verdades preciosas e a oportunidade de beber da Água Viva e nunca mais ter sede. Além disso, ela pode reconhecê-lO, pois Ele, também, mostrou a ela a Sua Verdade, revelando-Lhe que é o Cristo!

Talvez, Você não tenha experiência em buscar água num poço comunitário, numa mina. Lembro-me disso em minha infância, quando minha mãe precisava buscar água na mina e, lá, realmente, havia pessoas que passavam a se conhecer, manter relacionamentos mais ou menos próximos e, também, pessoas com as quais não se podia manter um relacionamento, como um homem que perseguia e atacava as mulheres que iam até a mina para buscar água. A samaritana, também, era alguém com quem seus vizinhos não queriam se relacionar em público, era uma pessoa moralmente desacreditada. Saber que Jesus a conhecia e, justamente por conhecê-la bem, quis relacionar-se com ela, foi uma verdade que lhe trouxe consolo, força e uma nova forma de ver a vida. Também para mim, que sou falha e limitada, esta verdade é importante e preciosa. Deus me conhece e, por me conhecer e saber que preciso de Sua Água Viva, ama-me como sou, aceitando-me como estou, para, através de um relacionamento conSigo mesmo, transformar-me naquilo que me sonhou...  Que grande alimento é para mim esta verdade!

Jesus,  no entanto, usou como base a sinceridade daquela mulher. Foi extremamente importante que ela entregasse a Jesus a verdade de seu coração. Não uma resposta dissimulada a Ele, mas a verdade de sua vida. A partir daí é que houve espaço para que Jesus lhe dissesse coisas que nem aos Seus discípulos mais íntimos tinha ainda dito! Que, como ela, possamos dar a verdade de nossos corações a Deus, rasgando-nos por dentro, desmascarando-nos diante dEle, para que a Água Viva de Deus possa vir nos saciar, lavar, transformar e jorrar de dentro de nós. O Senhor nos conhece melhor que nós mesmos e, a partir da nossa entrega, em espírito e em verdade, há de nos mostrar verdades sobre nós mesmos, que sequer podíamos imaginar, e Verdades sobre Ele e Seu Reino, que para nós, ainda estavam encobertas, apesar de fazerem parte do plano imutável do Pai, que vem se cumprindo desde a fundação do mundo, tal como Ele quis.

Encontrar-se com Jesus e reconhecê-lO, fez com que aquela mulher reprovada pela sociedade, se voltasse àqueles que a reprovavam e testemunhasse sobre o Amor que a havia alcançado na beira daquele poço, de modo que todos pudessem vir a encontrá-lO, também. Sejamos assim: templos, onde Jesus seja adorado todos os dias, 24 h por dia, dentro de cada um de nós e a partir da verdade dos nossos corações, para que a Água Viva da Verdade possa transformar a cada um de nós e àqueles que estiverem ao nosso redor! Seja assim.

"Quem crer em Mim, do seu interior fluirão rios de Água Viva", diz Jesus.

Jackeline Sarah
outubro/2008
I seminário "Sou filho do Amor de Deus!"

quinta-feira, 5 de março de 2009

ORAÇÃO E PREDESTINAÇÃO

Nos últimos dias, tenho entendido, conforme postei aqui, que o Senhor Espírito Santo tem nos chamado com mais força (ainda) à intercessão. Penso que seja muito importante que correspondamos com o Senhor nisso.

Neste link, Você encontrará uma interessante ilustração sobre a oração:


Por favor, leia e, depois, poste seu comentário aqui. Será muito interessante compartilharmos o que o Senhor está nos falando e como estamos correspondendo a isso.

Fico devendo outros links, que, com certeza, virão.

Obrigada.

Jackeline Sarah
jackelinesarah@compromissokandeya.com
Postado, originalmente, em 04/03/09
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sábado, 14 de fevereiro de 2009

A Parábola da Religião e do Evangelho - Parte 1

Minha bíblia caracteriza esta parábola como sendo a do fariseu e a do publicano. Mas analisando-a bem, prefiro dizer que ela contrasta a religião com o Evangelho, o religioso com aquele que vive o Evangelho.

Tenho percebido, há algum tempo, que nossa mensagem tem sido muito mais uma má notícia, do que uma boa notícia. O evangelho, que, na essência significa “boas novas”, perdeu o seu lado bom, quando deixamos a religiosidade, contaminada pelo orgulho e legalismo humano, tomar conta de nossa visão de Deus. 

A maneira como vemos a Deus determina o tom do nosso relacionamento com Ele. 

Por isso, é importante vermos o Deus da bíblia, do evangelho de Cristo e não da religião. Esse é meu intuito nesse texto: apresentar o Deus do evangelho e desmentir o deus da religião.

Lucas 18:9-14 “E disse, também, esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, a orar; um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças Te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.”

Jesus dirige essa parábola a pessoas que confiam em si mesmas,  acham-se justas e desprezam os outros. Confiar em si mesmo é típico da atitude religiosa. Esforçamos-nos para praticar rituais religiosos, passando a fazê-los com diligência; achamos que somos, entendemos e fazemos.

 Depositar a confiança em si, é tirá-la de Deus. 

Maldito é o homem que confia no homem! Essa é uma palavra que me direciona a não confiar piamente nos homens e nem em mim mesmo. Quem está de pé, cuide-se para que não caia! A confiança em si é algo sutil, que, rapidamente, pode nos levar do alto para baixo.

Desconfiar de nós e confiar em Deus. Confiar que Sua mão, Sua graça irá nos guiar... Posso confiar que, em minha caminhada vai dar tudo certo, na medida em que confiar em Deus. Mas, confiar que vai dar tudo certo, baseado na confiança de que sei, é o perigo.

Os ouvintes da parábola se achavam justos. A religião nos ensina que, de tanto nos esforçarmos, nos tornaremos justos, bons, limpos, santos. 

Não devo me achar justo, tanto quanto não devo viver uma religião. 

Devo me achar justificado. Agora, qual a diferença? Quem se acha justificado, sabe que não é justo, que naturalmente é ruim, que seu destino merecido é o inferno; porém, não por merecimento, mas por Amor e Graça, somos justificados em Cristo, para Cristo. Se achar justo é um sentimento que provém da soberba. Se achar justificado é um sentimento que provém da revelação da Graça de Cristo. Posso me achar justificado e, assim, estarei valorizando a Cristo. Pois, se pra mim a Graça foi de graça, pra Ele custou caro! Isso me motiva a buscá-lO por amor. Ao contrário do que a religião nos ensina, que é viver uma vida regrada, porque assim conquistaremos algo. 

Viver uma religião está muito ligado a viver por obrigação. Viver o Evangelho, é deixar que as boas novas constranjam o nosso coração a mudar de vida.

É assim que o Evangelho nos ensina: que somos injustos, totalmente incapazes de nos tornarmos  justos; e, mesmo se nos esforçarmos muito, continuaremos injustos, mas muito amados pelo Justo e Justificador dos que tem fé Nele, Cristo Jesus!

Aguarde a publicação da parte 2!

Pedrinho Medeiros
Presidente Prudente/SP
Contatos com o autor poderão ser encaminhados através do jackelinecarlos@hotmail.com
Postado, originalmente, em 14/02/09

1 comentário:

Blogger Anderson Arthur (Cotoxão) disse...

Lindo! Simplesmente verdade...

21 de Outubro de 2009

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

QUAL É A SUA REALIDADE?

Em Jeremias 29:11, o Pai diz que Ele é que sabe da nossa vida: para que nascemos, o que faremos, onde estaremos; e, também é Ele quem tem os planos certos pra nossa vida.  Creio que o salmista, entendendo isto, orou, pedindo que o Senhor o ensinasse a contar os seus dias para encontrar coração sabio. 

Bem, para mim significa que precisamos encontrar esta realidade e ela está em Deus, pois, se não for assim, jamais (JAMAIS)  faremos coisas em Deus, sejam elas simples ou loucas. Passaremos nossa vida apenas trabalhando ou estudando, vivendo a vida religiosa, denominacional ou caseira; crendo no impossível, mas não vivendo; almejando, mas não alcançando; vendo e não enxergando;  e (quem sabe???!!!!!) vendo de longe, como Moisés, mas não provando...

Noé, Davi, Josué, Ezequiel, Sadraque, Mesaque e Abede Nego tinham uma realidade e, por isso,  fizeram o que ninguém esperava. Esta realidade anula qualquer outra realidade. Esta realidade faz para a chuva, como voltar a chover.

Esta realidade nos ajuda a viver e a dizer que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece. TODAS.

Já pararam pra pensar?

Existem pessoas que nasceram com um propósito especial: morrer. E, através de suas mortes,  muitos chegam ao conhecimento do amado!



Qual é a nossa realidade em Deus?

O que é real pra mim?

O que é real pra Você?

Esta realidade vai ditar suas ecolhas, suas intenções, motivações...

Agora, há uma realidade, que só pode ser encontrada  em Salmos 25:12-14 e 1 co 2:9-16. E eu não estou me referindo às coisas prometidas ali.

A INTIMIDADE DO SENHOR FAZ GIGANTES PARECEREM ANÕES; 
LEÕES, SÃO COMO GATINHOS; O MAR VIRA UM RIOZINHO; 
OSSOS SECOS, UM NUMEROSO EXERCITO; 
A MORTE PASSA A SER MAIS VIDA DO QUE A VIDA; 
A DOENÇA PASSA A SER A CAUSA PARA A CURA 
E......................................... 
É A INTIMIDADE DO PAPAI QUE VAI FAZER 
COM QUE A NOSSA REALIDADE MUDE AS REALIDADES AO NOSSO REDOR!

O QUE É REAL PARA NÓS?


Rogério Lima
rogerio_rosiane@compromissokandeya.com
Postado, originalmente, em 17/12/08.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

NÓS CREMOS ASSIM

  • O Pai decidiu nos criar para dar prazer a Ele, através de uma livre decisão nossa em amá-lO, agradá-lO e viver com Ele. 

  • E fez isso porque quis. (Ef 1:5)

  • Sabendo que, como seres livres para decidir, certamente escolheríamos errado, o Pai providenciou o meio para que pudéssemos voltar para Ele: 

  • Jesus, o Filho Amado pelo Pai antes da fundação do mundo (Jo 17:24), 

  • aceitou entregar-Se como Cordeiro imolado desde a fundação do mundo (Ap 13:8), 

  • por amor daqueles que foram escolhidos para serem separados para Ele antes da fundação do mundo (Ef 1:4) 

  • e tiveram seus nomes escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo (Ap 17:8), 

  • para entrarem no Reino que, para eles, estava preparado desde a fundação do mundo (Mt 25:34); 

  • e, de fato, entregou-Se, quando o Sangue conhecido antes da fundação do mundo, manifestou-Se, historicamente, na cruz (1 Pd 1:20).

Leia mais sobre o que cremos em: Cremos nisso.
Leia, também, o post Foi na Eternidade.

Jackeline Sarah
jackelinesarah@compromissokandeya.com
Postado, originalmente, em 14/12/07. 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CAMINHANDO NO REINO DA PAZ


No Reino do Rei com Justiça, o próprio Rei é a nossa PAZ. Ah... este Reino é mesmo diferente, pois o Rei não é um déspota, um tirano, que pensa somente em Si e, pela força, sujeita a todos a Seus pés. Não! Nosso Rei é o próprio AMOR e Seu Reino é expressão dessse Amor que Ele é. E por Amor, Ele nos reconciliou com o Pai e com os homens, quando, na cruz, venceu. Vitória que nos garante a PAZ!!!


Esta paz, que excede todo entendimento, é nossa e está dentro de nós para ajudar-nos a caminhar no Caminho, que é Jesus, o Rei. Então, há aplicações práticas desta paz, que podemos fazer em nossas vidas, dia-a-dia:


  • A paz é uma parte, um gomo do Fruto do Espírito que cresce dentro de nós enquanto permanecemos caminhando em Jesus. Assim, não adianta tentar colocar uma máscara de paz, é preciso desejar e deixar que ela cresça dentro de nós; é preciso tomar posse de algo que Jesus já nos deu e nada ou ninguém podem tirar de nós!!!

  • Neste Reino que ninguém vê, senão através da vida dos filhos de Deus, Você pode, realmente, estar em paz, pois sua vida pertence ao Rei que tem domínio real, efetivo e eterno sobre todas as coisas. A certeza de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam ao Pai e caminham de acordo com o Seu propósito, de fazer todos os filhos semelhantes a Jesus; sim, a certeza de que qualquer coisa que possa acontecer coopera para o seu bem, filho de Deus, esta certeza garante a paz. E isto é verdade, porque o Rei com Justiça reina hoje e para sempre! Descanse nisso, seja grato ao Senhor e desfrute da paz.

  • A paz, dentro de nós, é o árbitro, o juiz, que nos ajuda a decidir quando estamos fazendo a escolha que agrada a Deus, traz vida para o próximo e gera vida em nós. Quando sentir o peso de não ter paz, pare e busque o conselho do Pai. Escolha diferente ou arrependa-se da escolha que já fez, porque a falta de paz dentro de Você indica que se afastou daquilo que o Pai deseja para Você. Com o auxílio da paz dentro de Você, estando atento em ouvir a voz do Espírito Santo, Você poderá viver tranqüilo quanto ao domínio do pecado sobre sua vida: em Jesus, o pecado não pode mais dominar!

  • Justificados mediante a fé, temos paz com Deus, porque Jesus conquistou isso na cruz para nós. Não é preciso ficar olhando para o passado de alguns segundos ou de décadas atrás. Seus pecados foram perdoados, jogados no fundo do oceano e esquecidos pelo Pai. Agora, caminhe com Ele, buscando agradá-lO. A culpa do que já foi perdoado é uma ferramenta do diabo, para acusar e trazer condenação sobre sua vida. Mas, Você sabe, em breve, o diabo será esmagado debaixo dos seus pés, filho de Deus! Então, não aceite as manipulações, acusações, condenações que ele queira lhe trazer... Não fique preso no passado, pois, no Reino do Rei com Justiça, os olhos dos que vêem não olham para trás!

  • O pendor do Espírito é para a vida e paz. Não deixe a dúvida matar a paz que Jesus lhe deu. As circunstâncias que o cercam não podem significar se Você é ou não filho de Deus, não podem diminuir o Amor de Deus por Você, não podem mudar o próprio Jesus: Ele domina sobre tudo! Foi por isso que Ele lhe deu a PAZ e a pôs dentro de Você, como resultado da Justiça feita a Seu favor na cruz e como gomo do Fruto do Espírito, que é Amor... A PAZ é fruto do mesmo Espírito que, dentro de Você, clama ABBA, PAI! VOCÊ É UM FILHO AMADO DO PAI! Viva assim e tenha paz em Jesus!

  • Nunca se esqueça de que a justiça própria não tem valor nenhum no Reino de Deus e a paz e a misericórdia seguem aqueles que sabem que podem gloriar-se somente na Cruz de Jesus.

  • Se Você pode entender o que esta paz representa na vida de uma pessoa, preste atenção na forma como diz "Paz do Senhor" ou "Paz de Cristo" ou "Paz de Jesus" ou "Paz de Deus" ou "A Paz" quando cumprimenta seus irmãos. Jesus disse aos discípulos, certa vez, que, ao entrarem numa casa, desejassem a Paz a todos; se houvesse ali um filho da paz, ela pousaria sobre ele, caso contrário, voltaria aos discípulos. Assim, Você pode desejar que a Paz de Jesus encha a vida e a casa de qualquer pessoa. Mas não o faça como um simples cumprimento ou um chavão evangélico. Deseje mesmo que a pessoa receba a PAZ FUNDAMENTADA NA JUSTIÇA DE DEUS QUE FOI FEITA NA CRUZ PARA ELA. E, quando alguém lhe desejar a PAZ DE JESUS, realmente a receba, diga "Amém!". Você é filho da Paz, afinal...

  • Em paz, Você pode semear o fruto da Justiça por onde anda. Assim, procure ter paz com todos, o quanto depender de Você; siga a paz; viva nela, em toda circunstância e de toda maneira; sim, siga a paz e, sempre que a alcançar, agarre-a! Assim, quando o Senhor Jesus voltar, Você será achado irrepreensível em PAZ com o Pai, consigo mesmo e com todos.

Talvez, Você ache díficil, mas como tudo neste Reino que ainda não se manifesta visivelmente, mas cresce dentro de Você, o domínio do Rei com Justiça sobre sua vida e sua dependência total dEle, em todas as coisas, pode fazer de Vôcê alguém repleto da paz que não se pode explicar, tão cheio que se tornará um pacificador enquanto caminha... Pacificador, bem -aventurado e chamado filho de Deus...


Jackeline Sarah 
jackelinesarah@compromissokandeya.com
Postado, originalmente, em 04/10/07